Decepção Pelo BCE, COP-21 e Vitória da Oposição na Venezuela

As bolsas internacionais tiveram dias de maior volatilidade, em meio aos comportamentos divergentes do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve, o Fed).

Após semanas de expectativa em relação aos próximos passos da política monetária na zona do euro, o BCE finalmente anunciou novas medidas de estímulos à economia. Entre elas, foram anunciadas a redução dos juros sobre os depósitos bancários e a prorrogação do programa de relaxamento quantitativo. O anúnico foi mal recebido pelos investidores, à medida em que os analistas apostavam em decisões mais consistentes. O corte de apenas 10 (pontos base) na taxa de depósito decepcionou os mercados, que esperavam fogos de artifício do BCE, incluindo o aumento no valor das recompras dos títulos, que poderia subir dos atuais € 60 bilhões para algo entre € 70 e 80 bilhões por mês.

Já no caminho contrário, o Fed vem sinalizando que o primeiro aumento dos juros no país deve ocorrer mesmo ainda no mês de dezembro. Corroborando esta possibilidade, os dados de emprego nos EUA surpreenderam novamenteno mês de novembro, mostrando forte criação de vagas (211 mil) no mês e reforçando a visão de que a economia do país segue crescendo num ritmo bom.

Um importante evento internacional ocorreu durante a semana passada. 152 chefes de estado se reuniram em Paris para dar início à COP 21, que discute um acordo para o clima. Ao todo, 189 países entregaram à ONU as suas metas de redução de emissões de poluentes nos próximos anos. A negociação ainda prossegue nesta semana para que o mundo tenha de fato um acordo climático. No entanto, há divergências sobre o caráter deste acordo. Alguns países querem que ele seja vinculante, outros defendem que seja apenas parcialmente vinculante.

Por fim, na Venezuela, a população foi às urnas no domingo escolher seus representantes do legislativo. Como as pesquisas já apontavam, a oposição ao governo de Nicolás Maduro foi vitoriosa, o que representa uma derrota marcante para o chavismo, que está no governo há 16 anos. Novos ventos têm soprado na América Latina.

14 de fevereiro de 2017

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